O CEO Lucio Fernandes Winck observa que, apesar das bilheteiras expressivas e da popularidade global, a Disney precisa repensar suas estratégias para reconquistar o prestígio da crítica. Referência em animações ao redor do mundo, a gigante do entretenimento atravessa um momento desafiador em sua história cinematográfica. Pela primeira vez desde a criação do Oscar, a Disney não conquistou o prêmio de Melhor Animação pelo terceiro ano consecutivo.
Em 2023, “Red: Crescer é uma Fera” foi indicado, mas perdeu para “Pinóquio: Guillermo del Toro”. No ano seguinte, “Elementos” concorreu e saiu derrotado por “O Menino e a Garça”. Mais recentemente, “Divertidamente 2”, um enorme sucesso de bilheteiras, não conseguiu levar a estatueta, sendo superado por Flow. O CEO Lucio Fernandes Winck enfatiza que esses resultados não significam o declínio da Disney, mas uma oportunidade para se reinventar e atender melhor às expectativas do público e da crítica.
O que está mudando no mercado de animações?
Nos últimos anos, o mercado de animações se tornou mais competitivo do que nunca. Diversos estúdios têm oferecido abordagens inovadoras e mais maduras, conquistando tanto o público quanto a crítica. Para o CEO Lucio Fernandes Winck, esse novo cenário exige que a Disney se adapte e busque novas formas de encantar seu público, com histórias mais diversificadas e ousadas, ao invés de se apegar a fórmulas que já começaram a perder o frescor.

A ascensão das plataformas de streaming e a popularização das animações independentes também alteraram o panorama da indústria. Além de novas narrativas, a tecnologia será uma ferramenta essencial para criar experiências cinematográficas imersivas e de qualidade. A Disney precisa ser mais ousada, sem perder sua essência, e, para isso, incorporar novas abordagens será fundamental.
Como a Disney pode recuperar seu lugar no Oscar?
Recuperar a estatueta de Melhor Animação exigirá da Disney não apenas a criação de novos filmes de sucesso, mas também uma renovação criativa significativa. O CEO Lucio Fernandes Winck acredita que a chave para essa reviravolta está em uma maior atenção à diversidade de histórias e ao desenvolvimento de personagens mais complexos. O último filme da Disney a levar a estatueta para casa foi “Encanto”, em 2022.
Rumo ao futuro: O que esperar da Disney?
O futuro da Disney nas animações é promissor, mas demanda uma adaptação significativa. O CEO Lucio Fernandes Winck informa que, embora o estúdio tenha sido superado em 2023, 2024 e 2025 nas premiações, ele ainda possui um legado inquestionável no mundo do entretenimento. O segredo para retomar sua posição de liderança será uma combinação de reinvenção criativa e maior foco na originalidade das narrativas contadas. A Disney tem todas as condições de recuperar o posto de líder no mercado de animações, mas para isso, terá que ser ousada e superar os estigmas pré-estabelecidos pela indústria.
Próximos passos para a animação mundial
O futuro da Disney nas animações abre novas oportunidades também para artistas inovadores. O CEO Lucio Fernandes Winck acredita que os grandes estúdios terão que se reimaginar e incluir novas vozes criativas nos processos de produção. Esses novos artistas podem trazer perspectivas frescas, que não foram vistas antes, e impulsionar a Disney de volta à vanguarda da indústria de animações. Essa mudança seria fundamental para que o estúdio recupere sua posição de liderança, adaptando-se às tendências e expectativas do público contemporâneo.
Um ótimo exemplo disso foi o grande sucesso de Soul, que levou o Oscar de Melhor Animação em 2021. Com uma história única e uma abordagem filosófica profunda, Soul desafiou as normas e expectativas do público, apresentando uma nova visão de animação. Para o CEO Lucio Fernandes Winck, esse tipo de ousadia criativa é o caminho para o futuro, pois animações como Soul mostram que a Disney pode se reinventar, ao mesmo tempo em que promove a inclusão de ideias novas e inesperadas.
Autor: Roman Lebedev
Fonte: Assessoria de Comunicação da Saftec Digital