Varíola dos macacos: ES tem 148 casos confirmados; maioria é entre homens

O Espírito Santo confirmou mais cinco casos de varíola dos macacos. Com isso, já são 148 infectados pelo vírus, segundo o Boletim Monkeypox, divulgado nesta segunda-feira (06) pela Secretaria de Estado da Saúde (Sesa). Até o último dia 29, 141 pessoas já haviam sido contaminadas no Estado.

Do total atual de casos, apenas 23 são mulheres. A maioria é composta por homens. Ao todo, foram 125 testes positivos entre as pessoas do sexo masculino.

Nesta semana, a Sesa contabilizou 1.014 notificações. Destas, 769 já foram descartadas. No boletim anterior, haviam 988 notificações, sendo 143 casos confirmados e 737 descartados.

A maioria dos casos foram registrados em Vila Velha (42). Em seguida aparece a Capital, Vitória (39), e, em terceiro lugar, a Serra (20). Ainda na Região Metropolitana, aparecem Cariacica (16) e Guarapari (9).

Já no interior do Estado, o município de Cachoeiro de Itapemirim contabilizou 4 casos, Linhares outros 4 e Itapemirim 2 casos. Os municípios de Ibiraçu, Nova Venécia, Pedro Canário, Santa Teresa, São Mateus e Vila Pavão contabilizam um caso cada.

Sintomas e sinais da varíola dos macacos relatados pelos pacientes
São considerados casos suspeitos pacientes que apresentam os seguintes sintomas:

-Erupção cutânea
-Febre súbita
-Cefaleia
-Astenia
-Dor de garganta
-Dor muscular
-Adenomegalia
-Suor/ Calafrios
-Artralgia

Além disso, pessoas com histórico de contato íntimo com desconhecido/a(s) e/ou parceiro/a(s) casual(is), nos últimos 21 dias que antecederam o início dos sinais e sintomas, devem ficar atentas. Veja outros pontos importantes:

  1. Ter vínculo epidemiológico com casos confirmados de monkeypox nos 21 dias anteriores ao início dos sinais e sintomas;
  2. Histórico de viagem a país endêmico ou com casos confirmados de monkeypox nos 21 dias anteriores ao início dos sintomas;
  3. ter vínculo epidemiológico com pessoas com histórico de viagem a país endêmico ou país com casos confirmados de monkeypox, nos 21 dias anteriores ao início dos sinais e sintomas.

Caso surjam esses sintomas e ao se enquadrar nos vínculos definidos pelo órgão federal, a pessoa deve procurar uma Unidade Básica de Saúde mais próxima de sua residência para atendimento, notificação e investigação do caso.

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